Sobre mim

DRA.
CAROLINE
FABRIS

Formação

1976– Nasci em 11 de Novembro em Porto Alegre, RS.

1993– Conclusão do Ensino Fundamental e Segundo Grau no Colégio Maria Auxiliadora 

2000– Formação em Medicina pela Faculdade Federal das Ciências da Saúde de Porto Alegre

2004– Especialização em Oftalmologia na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre

2005-2007 – Fellow clínico e cirúrgico em Córnea e doenças da superfície na Santa CAsa de Porto Alegre

2007– Fellow Clínico no Oregon Eye Center – Oregon- USA – Treinamento em catarata na técnica de Micro-incisão e facoemulsificação bi-manual.

2005 a 2015– Preceptora de Catarata, Córnea e Lentes de contato no Serviço de Oftalmologia da Santa Casa de Porto Alegre.

2008 até o presente –  Criação da Fabris Oftalmologia- Sociedade de profissionais que promovem serviços de Oftalmologia em parceria  com o Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre.

HISTÓRIA

Breve histórico de acontecimentos que me influenciaram em minha jornada profissional.

Infância:  Neta de imigrantes italianos (Avós paternos) e de Avós militares (Avós maternos), a cultura de servir ao próximo buscando o amor e a verdade, sempre esteve presente como valores familiares fundamentais. Mãe (Sônia) pedagoga e Pai (Vitor) industriário, cresci em um ambiente de valorização ao estudo e ao trabalho, com o propósito de servir ao próximo com muita empatia e promoção do bem. 

Filha do meio de três meninas, na infância sempre fui boa aluna e atleta na escola.  Fui muito arteira, me arriscava demais o que me levou algumas vezes ao pronto socorro. Tinha mais curiosidade para ver como se fazia uma sutura ou um curativo do que medo ou dor e passei a admirar o médico capaz de aliviar o sofrimento quando ninguém mais sabe o que fazer…

Na infância tive a oportunidade de apreciar as artes com a minha mãe; estudei piano clássico, tive muito incentivo a leituras e admirava meu avô nas suas pinturas a óleo. Acompanhei meu pai no seu hobbie nos finais de semana como piloto de aviação e na motonáutica amadores. Aprendi regras de segurança e procedimentos que a aviação exige que até hoje me guiam como cirurgiã na busca pela segurança e atenção às regras. Na aviação e na medicina os erros podem ser fatais.

Quando tinha 9 anos de idade, minha avó materna sofreu um descolamento da retina. Sendo criança, acompanhei minha mãe na jornada em busca da cura da minha avó. Neste período tive a oportunidade de valorizar a visão como um sentido divino. Possivelmente fui influenciada por este fato na minha escolha profissional. A partir deste evento, valorizei os sentidos e a vida como os grandes tesouros que precisamos proteger e perpetuar.

Anos mais tarde, enquanto cursava o estágio de cirurgia geral obrigatório durante a minha formação acadêmica na faculdade de medicina, estava acompanhando uma cirurgia abdominal, quando passei mal e sofri uma síncope. Percebi que não tinha vocação para cirurgia geral. Ao me recuperar, percorri todo o centro cirúrgico e encontrei uma sala onde estava ocorrendo uma cirurgia projetada em uma TV; era uma cirurgia ocular linda, maravilhosa de catarata. Foi amor à primeira vista! Me apaixonei e desde então sou cirurgiã oftalmologista; é o que mais gosto de fazer até os dias de hoje.